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HHencProjetos e Consultoria

Coordenograma de seletividade interativo

Monte um coordenograma tempo × corrente em escala logarítmica com relés 50/51, fusíveis gG, disjuntores, inrush e curva de dano do transformador, e verifique visualmente a seletividade.

Adicionar dispositivo

kV
A
A

Dispositivos

  • TR 1000 kVA (13,8 kV)
  • Relé de entrada (13,8 kV)

Eixo de corrente

kV
A
A

Como usar

  1. Defina a tensão de referência do gráfico: as correntes de dispositivos em outras tensões são convertidas para ela.
  2. Adicione o transformador para ver a curva de dano (IEEE C57.109) e o ponto de inrush.
  3. Adicione os relés com curva, pickup, dial e, se houver, o ajuste instantâneo.
  4. Adicione fusíveis e disjuntores a jusante e confira se as curvas não se cruzam na faixa de correntes de falta.
  5. Exporte o gráfico em PNG ou os pontos em CSV para o relatório. Os dispositivos ficam salvos no seu navegador.

Sobre este cálculo

O coordenograma é o gráfico usado nos estudos de proteção e seletividade para comparar os tempos de atuação dos dispositivos em toda a faixa de correntes. Há seletividade quando, para qualquer corrente de falta, o dispositivo mais próximo do defeito atua primeiro, com margem de tempo (tipicamente 0,2 a 0,4 s entre relés) em relação ao dispositivo a montante.

As curvas dos relés seguem as equações de tempo inverso da IEC 60255-151 e da IEEE C37.112. A proteção do transformador deve ficar à esquerda e abaixo da curva de dano térmico da IEEE C57.109 — que termina na corrente de curto máxima, 1/Zpu — e acima do ponto de inrush, para não atuar na energização. Em transformadores Dyn, faltas fase-terra no secundário são vistas no primário com corrente reduzida (fator 0,58).

Fusíveis e disjuntores são representados pelas faixas normativas: para fusíveis gG, os pontos de verificação (gates) da IEC 60269-1 entre 0,1 s e 10 s; para minidisjuntores, as correntes de ensaio da IEC 60898-1 e a faixa de disparo instantâneo da curva B, C ou D. Toda curva real de fabricante fica dentro dessas faixas, mas o estudo final deve usar a curva do fabricante.

Referências

  • IEC 60255-151 e IEEE C37.112 (curvas de relés)
  • IEEE C57.109: Transformer through-fault-current duration
  • IEC 60269-1: Fusíveis de baixa tensão
  • IEC 60898-1: Disjuntores para instalações domésticas e similares
  • IEEE 242 (Buff Book): Protection and coordination of industrial power systems

Resultado de caráter orientativo. Projetos e estudos oficiais devem ser elaborados e assinados por profissional habilitado, com dados do fabricante e da concessionária.

Perguntas frequentes

Qual margem de coordenação usar entre relés?

Entre 0,2 e 0,4 s é o usual para relés digitais, considerando o tempo de abertura do disjuntor e as tolerâncias. Relés eletromecânicos costumam exigir margens maiores.

Por que referir as correntes a uma tensão?

Para comparar dispositivos dos dois lados do transformador no mesmo gráfico, as correntes são multiplicadas pela relação entre a tensão do dispositivo e a tensão de referência.

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